Vamos lembrar dos cuidados com a saúde no inverno?

A estação mais fria do ano chegou! É hora de tirar gorrinhos, meinhas e luvinhas do armário, buscar aconchego embaixo do cobertor e colocar sopinhas e outras delícias quentes no cardápio. Mas também é hora de lembrar que os cuidados com a saúde no inverno pedem atenção redobrada. Ainda mais em tempos de pandemia de coronavírus, que neste ano mudou completamente o cotidiano da maioria das famílias.

Em primeiro lugar, precisamos ficar de olho nas doenças respiratórias. Elas são o principal obstáculo para a saúde da criança durante o inverno. Gripe, pneumonia, faringite, nasofaringite, laringite, amigdalite, sinusite e rinite alérgica são as mais comuns. Alergias de pele, como a dermatite atópica, também costumam piorar neste período do ano.

Infecções das vias respiratórias inferiores, como bronquiolite e bronquite, também desequilibram o bem-estar dos pimpolhos nessa época do ano. Vale ficar de olho nelas quando o assunto são os cuidados com a saúde no inverno.

Em casa

Assim, em tempos de isolamento social por causa da Covid-19, os cuidados com a saúde no inverno começam na organização da casa. O objetivo é dificultar a proliferação e ação dos agentes patogênicos mais comuns. A regra máxima dos últimos meses segue valendo: lavar as mãos com água e sabão, incluindo os pulsos e o meio dos dedos.

Além disso:

– Mantenha janelas e portas abertas sempre que possível. Desta forma, o ar circula e os ambientes ficam arejados.

– Redobre os cuidados com a limpeza da casa. Cuidar da casa também é ter cuidados com a saúde no inverno. Todo foco de poeira favorece a proliferação de ácaros e germes.

– Livre-se de carpetes e tapetes que acumulam poeira. Dê preferência a revestimentos hipoalergênicos e fáceis de limpar, como o piso laminado. Passe um pano úmido no chão diariamente.

– Higienize colchões e travesseiros. Cobertores, mantas e edredons devem ser lavados e colocados para secar ao sol. 

– Guarde bichinhos de pelúcia em sacos plásticos e evite que eles fiquem na cama ou no quarto da criança.

– Se você ou alguém da família fuma, evite fumar dentro de casa.

Na hora do banho, deixe o chuveiro ligado por um tempo para vaporizar o ambiente. Isso evita o choque térmico entre a água e a pele do pequeno, além de proporcionar uma sensação mais agradável. O banho deve ser rápido e, de preferência, em períodos  menos frios, como o início ou meio da tarde. 

A maioria dos pediatras também recomenda o uso do umidificador, para evitar a tosse e o nariz ressecado devido ao tempo seco que o inverno causa, aposte em um umidificador. A dica é deixar o aparelho ligado entre 2 a 3 horas no quarto da crianças todas as noites. Isso permitirá que o ar fique menos seco, amenizando possíveis irritações de pele e mucosas.

Quentinhos e lindos!

Além da mudança brusca de temperatura, outras características do inverno também contribuem para o aumento das doenças, por tornarem o ambiente favorável para a proliferação e disseminação de vírus e bactérias. A diminuição da umidade do ar, baixo índice de chuvas e o aumento da poluição são fatores de destaque nesse sentido.

Por tudo isso, roupinhas adequadas à temperatura também ajudam a evitar doenças e devem estar na sua listinha de cuidados com a saúde no inverno. Dê preferência para tecidos macios, leves e de fácil lavagem. Antes de usar, lave casaquinhos e mantas que ficaram guardados por muito tempo.

Para proteger os pés, nossa dica são as meinhas da Pimpolho, que vão deixar seu baby aquecido e estiloso. São peças de diversos estilos e cores para deixar o seu pedacinho de gente ainda mais lindo. Veja as opções para recém-nascidos e para bebês maiorzinhos, visitando este site aqui.

O body continua sendo imbatível como peça-coringa para o bebê, pois, para trocar a fralda, basta tirar a parte de baixo e abrir os botões, sem descobrir o resto do corpinho. Nos dias mais frios, a tática ajuda muito a manter a criança aquecida e confortável. 

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Alimentação é o melhor remédio

Comer bem e manter a hidratação frequente também são itens indispensáveis para a saúde do pimpolho. As medidas valem para qualquer estação do ano, mas são ainda mais necessárias no inverno. Afinal, a alimentação correta turbina a imunidade de maneira natural e a imunidade alta é uma das principais parceiras da nossa saúde. 

É importante lembrar que, até os 4 anos de idade, o sistema imunológico ainda está em formação. A partir daí, as defesas infantis vão se desenvolvendo até completar sua maturidade por volta dos 12 anos. 

Com os menores de 2 anos, os problemas tendem a ser ainda mais severos, porque suas defesas imunológicas ainda estão fraquinhas. Por isso, para maior proteção das crianças, é muito importante também manter o aleitamento materno, uma forma imbatível de fortalecer os bebês.

Para os maiorzinhos, entre os alimentos que oferecem ótimos nutrientes para manter os pequenos livres de doenças, podemos destacar os vegetais verdes escuros, como brócolis, couve e espinafre, leguminosas como feijão, lentilha, ervilha e grão de bico e inhame. 

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As sopas são uma opção a mais para os dias frios. Prepare com legumes coloridos: abóbora, tomate, milho, batata e chuchu, por exemplo. Você também pode incluir frango ou carne, arroz ou massa em formato de letrinhas ou bichinhos que as crianças geralmente adoram!

Lembre-se também de cuidar da hidratação, com sucos, água, água de coco e frutas, bem como hidratando com frequência nariz, olhos e pele. Em dias mais frios, é comum a criança não pedir água como no verão. Por isso, precisamos estar atentos e oferecer líquidos com mais frequência.

Vacinação

A vacinação em dia também tem um papel fundamental na proteção dos pimpolhos durante a estação mais fria do ano. Por isso, não deixe de acompanhar o calendário de vacinação e leve as crianças para receber todas as doses recomendadas.

De acordo com o Ministério da Saúde, só para termos uma ideia, as internações por doenças respiratórias alcançam seu pico entre os meses de maio a agosto. Dos números reunidos nos atendimentos prestados entre 2008 e 2013, 15 mil a cada 100 mil pacientes estão na faixa etária entre 0 e 4 anos. 

O único grupo que é mais afetado pelas doenças respiratórias do que as crianças é o dos idosos acima dos 80 anos, superando 25 mil internações a cada 100 mil habitantes.

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